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Como estabelecer uma cultura de TPRM na empresa para reduzir riscos de terceiros 

  • Tatiane Fagundes
  • 21 janeiro 2026
Como estabelecer uma cultura de TPRM na empresa para reduzir riscos de terceiros 

A maioria das empresas afirma gerenciar riscos, mas poucas, de fato, conseguem dizer que possuem uma cultura de TPRM. 

Na prática, o que ainda se vê no mercado são processos fragmentados, checagens pontuais no onboarding e um entendimento limitado de que Third Party Risk Management se resume a cumprir exigências regulatórias ou “passar no compliance”. 

O problema é que, em um cenário de cadeias de suprimentos cada vez mais complexas, terceirização intensa e maior rigor regulatório, os riscos de terceiros se tornaram diretos ao negócio. 

Estabelecer uma cultura de TPRM, portanto, significa ir além do processo e transformar a forma como a empresa se relaciona com terceiros, toma decisões e protege sua operação ao longo de toda a jornada. 

O que significa ter uma cultura de TPRM na empresa? 

Ter uma cultura de TPRM significa que a gestão de riscos de terceiros está incorporada à mentalidade organizacional, indo além de apenas processos ou rituais. 

Na prática, empresas com cultura de TPRM apresentam algumas características claras: 

  • Decisões de negócio consideram riscos de terceiros como parte do processo 
  • As áreas entendem seu papel na mitigação desses riscos 
  • O risco é avaliado de forma proporcional, baseada em dados e critérios claros 
  • O monitoramento é contínuo, e não pontual 
  • O TPRM é visto como proteção e eficiência, não como entrave 

Mais do que um checklist ou reunião, a cultura de TPRM se manifesta no dia a dia, na forma como fornecedores são homologados, parceiros são mantidos, pagamentos são liberados e relações são interrompidas quando necessário. 

Por que a maioria das empresas falha ao tentar criar uma cultura de TPRM 

Antes de falar sobre como construir essa cultura, é importante entender por que ela não se sustenta na maioria das organizações. 

Um dos principais erros é tratar o TPRM como um evento isolado, geralmente concentrado no momento de onboarding do terceiro.  

A equipe faz uma análise inicial, coleta a documentação, roda uma checagem básica e o tema se encerra ali. A realidade, porém, é que o risco muda ao longo do tempo, e um parceiro regular hoje pode se tornar irregular amanhã. 

Outro problema recorrente é o isolamento do TPRM no compliance ou no jurídico. Quando a responsabilidade fica restrita a uma única área, as demais passam a enxergar o processo como burocracia, e não como um mecanismo de proteção do negócio. 

Também é comum encontrar empresas que: 

  • Usam critérios subjetivos ou pouco claros de avaliação de risco 
  • Dependem excessivamente de planilhas e processos manuais 
  • Não possuem monitoramento contínuo de terceiros 
  • Não contam com apoio efetivo da liderança 

O resultado é um TPRM que existe no papel, mas não se traduz em decisões melhores nem em redução real de riscos. 

Como estabelecer uma cultura de TPRM sólida? 

Construir essa cultura para apoiar o crescimento da empresa exige a combinação de alguns pilares fundamentais. Confira: 

Apoio da liderança e direcionamento estratégico 

Nenhuma cultura se sustenta sem apoio da alta liderança. Quando diretores e executivos tratam o TPRM como prioridade estratégica, a mensagem se espalha pela organização. 

A liderança precisa deixar claro que: 

  • Riscos de terceiros são riscos do negócio 
  • Crescimento não pode ocorrer à custa de exposição desnecessária 
  • Integridade, conformidade e sustentabilidade são valores inegociáveis 

Sem esse direcionamento, o TPRM tende a ser visto apenas como uma exigência operacional. 

Governança clara e responsabilidades bem definidas 

Uma cultura de TPRM madura não concentra tudo em uma única área. Pelo contrário: ela distribui responsabilidades. 

Enquanto o compliance define diretrizes, critérios e políticas, áreas como compras, financeiro, fiscal, RH e negócios aplicam esses critérios no dia a dia.  

Cada área entende quando um terceiro pode ser aprovado, quando é necessário aprofundar a análise e quando o risco é inaceitável. 

Essa clareza evita conflitos, retrabalho e decisões incoerentes. 

Avaliação de risco proporcional e baseada em critérios 

Nem todo terceiro representa o mesmo nível de risco, e tratá-los da mesma forma é um erro comum. 

Para tornar o processo mais justo, eficiente e escalável, além de aumentar a aceitação interna, uma cultura de TPRM traz: 

  • Classificação de terceiros por nível de risco 
  • Critérios objetivos para essa classificação 
  • Diligência proporcional ao risco envolvido

Monitoramento contínuo de terceiros 

Um dos pontos que mais diferenciam empresas maduras é a adoção do monitoramento contínuo. 

Mudanças societárias, fiscais, jurídicas ou reputacionais podem ocorrer a qualquer momento. A cultura de TPRM reconhece que o risco é dinâmico e exige acompanhamento constante, especialmente em relações críticas ou de longo prazo. 

Contar com plataformas com a Netrin facilita esse processo, automatizando o monitoramento com mais de 1.000 bases públicas e privadas de dados. 

Uso de tecnologia e automação 

Cultura não se sustenta com processos excessivamente manuais. E, embora a tecnologia não crie cultura sozinha, ela é essencial para sustentá-la. 

Sem dados confiáveis, automação e integração com sistemas de negócio, o TPRM tende a se tornar lento e caro. Já com a tecnologia, ele se transforma em um aliado da operação, capaz de proteger a empresa sem gerar fricção desnecessária. 

Mais do que acelerar processos, a automação viabiliza o TPRM em escala, sem perder qualidade, permitindo: 

  • Automatizar checagens de regularidade 
  • Centralizar informações confiáveis 
  • Criar scores de risco consistentes 
  • Reduzir subjetividade e retrabalho 

Leia também: Como a Inteligência Artificial está redefinindo a Gestão de Fornecedores 

Comunicação e educação interna constantes 

As pessoas só aderem ao que entendem. Empresas que constroem cultura de TPRM investem em: 

  • Treinamentos recorrentes 
  • Comunicação clara sobre critérios e decisões 
  • Exemplos práticos de riscos e impactos reais 
  • Alinhamento contínuo entre áreas 

Com o tempo, o TPRM deixa de ser imposto e passa a ser incorporado naturalmente. 

Como medir a maturidade da cultura de TPRM na empresa 

Uma forma prática de avaliar o estágio de maturidade é observar como o TPRM se manifesta no dia a dia: 

  • Empresas em estágio inicial costumam atuar de forma reativa, com checagens pontuais e pouco uso de dados.  
  • Em níveis intermediários, já existem políticas, critérios e alguma automação, mas o monitoramento ainda é limitado.  
  • Já empresas maduras integram o TPRM à estratégia, monitoram continuamente seus terceiros e tomam decisões orientadas a risco. 

Entender esse estágio é fundamental para evoluir de forma consistente, aplicando as ações listadas anteriormente de maneira ajustada à realidade. 

Empresas com cultura de TPRM estão um passo à frente 

Estabelecer uma cultura de TPRM é uma jornada contínua sobre alinhar pessoas, processos e tecnologia para que a gestão de riscos de terceiros faça parte da tomada de decisão diária da empresa. 

Organizações que evoluem nesse sentido entendem que o risco não está apenas dentro de casa e se estende a fornecedores, parceiros, clientes e intermediários, e precisa ser gerenciado de forma estruturada, proporcional e contínua.  

Quando o TPRM passa a ser cultura, a empresa ganha previsibilidade, protege sua reputação e cria bases mais sólidas para crescer de forma sustentável. 

É exatamente com essa visão que a Netrin atua: ajudando empresas a transformar a gestão de riscos de terceiros em um processo confiável, automatizado e integrado ao negócio.  

Com tecnologia especializada, inteligência de dados e monitoramento contínuo, a Netrin pode apoiar sua empresa na construção de um TPRM que vai além da conformidade e gera valor real. 

Quer avançar na construção de uma cultura de TPRM mais madura e eficiente, do onboarding ao offboarding? Fale com um especialista da Netrin e entenda como evoluir essa jornada com escala e inteligência por meio das nossas soluções. 

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