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O que é Gestão de Riscos de Terceiros (TPRM)? Conheça o pilar estratégico do compliance

  • Caciporé Valente
  • 02 janeiro 2026
Gestão de Riscos de Terceiros (TPRM): guia completo

Durante muito tempo, o compliance concentrou seus esforços quase exclusivamente dentro dos limites formais da organização. 

Políticas internas, códigos de conduta, treinamentos e auditorias eram suficientes para mitigar a maior parte dos riscos percebidos. Esse cenário, no entanto, mudou de forma estrutural, pois hoje a maior parte dos riscos relevantes que afetam as empresas não nasce dentro de casa, mas ao longo de uma cadeia cada vez mais extensa de terceiros, fornecedores, parceiros e prestadores de serviço.

Dados do World Economic Forum mostram que os riscos associados à cadeia de valor figuram entre os principais fatores de impacto negativo para empresas em escala global, especialmente quando envolvem aspectos regulatórios, reputacionais e socioambientais. 

Em ambientes altamente interdependentes, a falha de um terceiro deixa de ser um problema isolado e passa a se tornar um risco sistêmico para o negócio.

É nesse contexto que a Gestão de Riscos de Terceiros (Third Party Risk Management – TPRM) deixa de ser uma prática operacional e assume um papel estratégico dentro da governança corporativa e dos programas de compliance mais maduros.

O que significa gerir riscos de terceiros?

TPRM não se resume à verificação pontual de fornecedores no momento da contratação, tampouco à coleta burocrática de documentos. 

Trata-se de um modelo estruturado de identificação, avaliação, monitoramento e mitigação de riscos ao longo de todo o relacionamento com terceiros, considerando não apenas o risco jurídico, mas também impactos financeiros, reputacionais, operacionais e ESG.

A Gartner define o TPRM como uma capacidade crítica para organizações que operam em ecossistemas complexos, justamente porque os riscos associados a terceiros tendem a ser menos visíveis, mais difíceis de controlar e, ao mesmo tempo, potencialmente mais danosos

Essa definição reforça um ponto central: não existe TPRM eficaz sem visão sistêmica. Gerir riscos de terceiros é entender que a empresa responde, direta ou indiretamente, pelas condutas, fragilidades e práticas daqueles que atuam em seu nome ou dentro de sua cadeia de valor.

Leia também: Terceiros de alto risco: como mapear e mitigar impactos reputacionais na cadeia de valor

Por que os programas tradicionais de compliance falham diante dos riscos de terceiros

Grande parte das falhas em compliance envolvendo terceiros ocorre porque o risco é tratado como um evento estático. Um fornecedor é analisado no momento do onboarding, recebe um parecer favorável e, a partir daí, passa anos sem qualquer reavaliação significativa. Esse modelo ignora uma realidade básica: o risco se transforma ao longo do tempo.

A Pesquisa Global de Riscos da PwC destaca a necessidade de olhar continuamente para riscos externos e internos e reforça como riscos disruptivos, incluindo os relacionados à cadeia de suprimentos e terceiros, estão entre os principais desafios para as organizações modernas.  

Além disso, o aumento da pressão regulatória ampliou o conceito de responsabilidade corporativa. Leis anticorrupção, legislações trabalhistas, normas fiscais e exigências de proteção de dados, como a LGPD, reforçam que a empresa não pode alegar desconhecimento quando um risco de terceiro se materializa. 

Em muitos casos, a ausência de diligência adequada é interpretada como negligência.

Due diligence, background check e a importância da informação qualificada

No centro de qualquer programa de TPRM está a due diligence de terceiros, apoiada por processos de background check e validação de informações. Essa etapa não deve ser vista como um checklist documental, mas como um exercício analítico de compreensão do risco.

Avaliar um terceiro envolve entender quem são seus sócios, sua estrutura de governança, seu histórico jurídico, fiscal e trabalhista, além de possíveis vínculos com Pessoas Politicamente Expostas (PEP) ou exposição a práticas ilegais, como trabalho análogo à escravidão.

Leia também: TPRM na prática: como as empresas estão estruturando programas de gestão de risco de terceiros para 2026

A Deloitte destaca que a falta de controle adequado sobre obrigações trabalhistas e previdenciárias dos terceiros pode gerar impactos negativos como danos à reputação da marca, o que confirma que a vulnerabilidade em domínios como compliance trabalhista ou fiscal de terceiros tem implicações reputacionais diretas.

Esse ponto nos leva a um aspecto frequentemente subestimado: a qualidade de dados.

Sem governança de dados, não existe TPRM confiável

Um programa de gestão de riscos de terceiros depende diretamente da qualidade das informações utilizadas. Bases cadastrais desatualizadas, fragmentadas ou inconsistentes comprometem a análise de risco e aumentam a probabilidade de decisões equivocadas.

Práticas como saneamento de dados cadastrais, enriquecimento de informações com fontes confiáveis e governança de dados alinhada à LGPD não são apenas iniciativas técnicas, mas componentes essenciais da estratégia de compliance. Sem dados confiáveis, o risco se torna invisível e risco invisível é quase sempre um risco não gerenciado.

TPRM como processo contínuo e alinhado à governança

Os frameworks internacionais de gestão de riscos, como a ISO 31000, e de sistemas de compliance, como a ISO 37301, reforçam que a gestão de riscos deve ser contínua, proporcional e integrada à governança corporativa

Isso significa que o TPRM precisa evoluir junto com o negócio, incorporando monitoramento contínuo, reavaliações periódicas e mecanismos claros de tomada de decisão. Mais do que identificar riscos, é necessário decidir como tratá-los, documentar essas decisões e garantir rastreabilidade para fins de auditoria e prestação de contas.

O papel da tecnologia na maturidade do TPRM

À medida que o volume de terceiros cresce e os riscos se tornam mais sofisticados, a gestão manual se torna inviável. É nesse ponto que a tecnologia deixa de ser um apoio operacional e passa a ser um fator estruturante do TPRM moderno.

Soluções digitais permitem automatizar processos de due diligence, integrar múltiplas fontes de dados, aplicar inteligência artificial na identificação de padrões de risco e manter monitoramento contínuo com alertas de eventos relevantes. 

A Gartner aponta que organizações que utilizam plataformas especializadas de TPRM apresentam maior capacidade de antecipação de riscos e menor tempo de resposta a incidentes.

Leia também: Como identificar red flags em fornecedores: 7 alertas automáticos que o seu programa de TPRM precisa ter

Como a Netrin se insere nesse cenário

É nesse nível de complexidade que a Netrin atua. Ao reunir, em um ecossistema digital integrado, recursos de background check, validação de identidade, identificação de PEP, saneamento e enriquecimento de dados, due diligence e monitoramento contínuo, a Netrin apoia gestores de compliance na construção de programas de TPRM mais robustos, eficientes e alinhados às melhores práticas globais.

Mais do que automatizar etapas, a Netrin contribui para elevar o nível de maturidade do compliance, transformando dados em inteligência e permitindo que decisões críticas sobre terceiros sejam tomadas com maior segurança, transparência e governança.

Em um ambiente onde os riscos estão cada vez mais distribuídos fora das fronteiras formais da empresa, gerir bem os terceiros deixou de ser uma opção e se tornou uma condição para a sustentabilidade do negócio. O TPRM, quando bem estruturado, não apenas protege a organização, mas fortalece sua reputação, sua governança e sua capacidade de crescer de forma responsável.

Entre em contato com a Netrin e saiba mais.

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