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O que é SRM (Supplier Relationship Management) e por que ele se tornou estratégico para as empresas 

  • Caciporé Valente
  • 20 janeiro 2026
SRM: o que é Supplier Relationship Management e por que é estratégico

Nos últimos anos, o termo SRM (Supplier Relationship Management) passou a aparecer com mais frequência nas discussões sobre compras, supply chain e transformação digital. Ainda assim, ele continua sendo aplicado de forma equivocada em muitas organizações. 

Em muitas empresas, SRM virou sinônimo de controle de fornecedores, avaliação de desempenho ou até mesmo de um software específico. Essa visão limitada reduz o potencial estratégico do conceito e ignora sua evolução. 

SRM não é uma ferramenta nem um processo isolado, mas uma abordagem estratégica de gestão que exige mudança de mentalidade, governança adequada e integração com os objetivos do negócio. 

Neste artigo, você vai entender o que é SRM e como aprimorar, na prática, a gestão do relacionamento com fornecedores. Confira! 

O que é SRM (Supplier Relationship Management)? 

SRM é a sigla para Supplier Relationship Management ou, traduzindo para o português, Gestão de Relacionamento com Fornecedores.  

Trata-se de um conjunto de estratégias, processos e práticas voltadas a gerenciar de forma estruturada o relacionamento entre uma empresa e seus fornecedores, passando por todas as etapas, desde a seleção e o onboarding até o monitoramento, desenvolvimento e, eventualmente, o encerramento da parceria. 

Diferentemente da abordagem tradicional de compras, centrada em preço, negociação e contratos, o SRM parte do princípio de que fornecedores são extensões do negócio, e não apenas fontes de suprimento. Portanto, impactam diretamente custos, qualidade, continuidade do negócio, compliance e reputação. 

Em termos práticos, SRM envolve: 

  • Segmentação estratégica de fornecedores 
  • Definição clara de expectativas e indicadores de desempenho 
  • Governança do relacionamento 
  • Desenvolvimento conjunto 
  • Gestão de riscos, compliance e continuidade 
  • Comunicação estruturada e colaborativa 

 

O que SRM é? 

O que SRM não é? 

Estratégia de longo prazo 

Apenas cadastro ou homologação de fornecedores 

Gestão baseada no ciclo de vida 

Um sistema de software isolado 

Relação colaborativa 

Avaliação pontual de desempenho 

Alinhamento com objetivos do negócio 

Negociação focada apenas em custo 

Qual a importância do SRM para as empresas? 

A importância do SRM está diretamente relacionada ao nível de dependência das empresas em relação a terceiros e se intensifica à medida que as cadeias de suprimentos se tornam mais complexas, globais e interdependentes. 

Segundo a Whistic, as organizações trabalham, em média, com 286 fornecedores — um aumento significativo em relação a 2024, que torna o monitoramento e a gestão desses parceiros ainda mais desafiadores. 

Esse cenário é particularmente crítico porque os fornecedores participam de processos essenciais, lidam com dados sensíveis, representam a marca perante o mercado e influenciam diretamente a experiência do cliente final. 

Entre os principais motivos que tornam o SRM essencial, destacam-se: 

Redução de riscos operacionais e reputacionais 

Fornecedores irregulares, financeiramente instáveis ou envolvidos em práticas ilícitas podem gerar prejuízos. O SRM permite identificar e mitigar esses riscos de forma estruturada. 

Maior eficiência e previsibilidade 

Com processos claros, dados organizados e critérios objetivos, a empresa reduz retrabalho, acelera decisões e ganha previsibilidade na operação. 

Apoio ao compliance e à governança 

O SRM se tornou um pilar para atender exigências regulatórias, auditorias e políticas internas, especialmente em setores mais regulados. 

Relacionamentos mais estratégicos 

Ao segmentar fornecedores e entender seu papel no negócio, a empresa deixa de tratar todos da mesma forma e passa a investir onde há mais impacto. 

SRM é a mesma coisa que gestão de compras? 

Não. Embora estejam relacionados, SRM e gestão de compras não são sinônimos. 

A gestão de compras costuma focar em negociação de preços, contratação, emissão de pedidos e controle de custos. 

Já o SRM tem um escopo mais amplo e estratégico, que inclui avaliação contínua de fornecedores, gestão de riscos e conformidade, monitoramento e relacionamento de longo prazo. 

Confundir SRM com compras é um erro comum e limitante. Quando isso acontece, o SRM tende a ser subutilizado e perde sua função estratégica dentro da organização. 

SRM, risco e compliance: uma relação inseparável 

Nos últimos anos, o SRM passou a ocupar um papel central dentro das estratégias de Third-Party Risk Management e compliance. 

Isso acontece porque fornecedores podem expor a empresa a riscos como irregularidades fiscais e trabalhistas, envolvimento em fraudes ou corrupção, descumprimento de normas regulatórias e danos à reputação da marca. 

Falar de SRM hoje sem falar de risco e compliance é ignorar a forma como o mercado, os reguladores e até os investidores avaliam relações comerciais. O SRM moderno precisa considerar monitoramento contínuo, e não apenas análises pontuais no momento do cadastro. 

SRM é estratégia, processo ou tecnologia? 

Essa é uma das perguntas mais relevantes e também uma das mais mal respondidas. A resposta correta é: SRM é, antes de tudo, uma estratégia, que se desdobra em processos e pode ser suportada por tecnologia. 

SRM como estratégia 

Define: 

  • Quais fornecedores são críticos 
  • Que tipo de relacionamento a empresa deseja 
  • Qual o papel dos fornecedores na geração de valor 

SRM como processo 

Estrutura: 

  • Segmentação 
  • Avaliação de desempenho 
  • Gestão de riscos 
  • Governança 
  • Desenvolvimento de fornecedores 

SRM como tecnologia 

Apoia: 

  • Centralização de informações 
  • Monitoramento de KPIs 
  • Comunicação 
  • Compliance 
  • Escalabilidade 

O que é um software de SRM? 

Como vimos até aqui, muitas empresas acabam associando o conceito de SRM às plataformas tecnológicas que o viabilizam. Por isso, é importante esclarecer o papel do software nesse contexto. 

Um sistema de SRM é uma solução tecnológica criada para centralizar, automatizar e apoiar os processos relacionados à gestão do relacionamento com fornecedores. 

Na prática, esses sistemas atuam como um hub de informações e processos, conectando diferentes áreas da empresa e garantindo que os dados sobre fornecedores sejam consistentes, atualizados e acessíveis. 

Em geral, um software de SRM permite: 

  • Cadastro e centralização de dados de fornecedores 
  • Automação dos processos de onboarding e homologação 
  • Avaliação de desempenho e acompanhamento de indicadores 
  • Monitoramento de documentos, prazos e requisitos de conformidade 
  • Integração com ERP, compras, financeiro e compliance 

É importante reforçar que a simples adoção de um sistema de SRM não significa, automaticamente, maturidade na estratégia de SRM. O software funciona como a base operacional dessa abordagem, mas não substitui decisões estratégicas. 

Sem critérios claros, governança definida e integração com a gestão de riscos, compliance e objetivos do negócio, o sistema tende a se tornar apenas um repositório — organizado, porém pouco estratégico. 

Como melhorar a gestão de relacionamento com fornecedores na prática 

A maturidade em SRM não nasce da adoção de uma ferramenta isolada, mas da combinação entre processos bem definidos, dados confiáveis, governança clara e monitoramento contínuo.  

Melhorar a gestão de relacionamento com fornecedores exige sair da lógica reativa e construir uma abordagem estruturada, orientada a risco e valor. 

A seguir, estão os principais pilares práticos para evoluir o SRM de forma consistente. Confira:

1. Segmente fornecedores com base em criticidade, risco e impacto no negócio

Um dos erros mais comuns na gestão de fornecedores é tratar todos os parceiros da mesma forma. Na prática, isso gera desperdício de esforço com fornecedores de baixo impacto e exposição excessiva a riscos nos relacionamentos mais críticos. 

Para evitar isso, o primeiro passo é segmentar a base de fornecedores. Essa segmentação permite definir níveis diferentes de controle, monitoramento e relacionamento, tornando o SRM mais eficiente e inteligente.  

Considere critérios como: 

  • Impacto operacional (o que acontece se esse fornecedor falhar?) 
  • Volume financeiro envolvido 
  • Acesso a dados sensíveis ou sistemas internos 
  • Exposição regulatória e reputacional 
  • Dependência estratégica da empresa 

2. Estruture um processo de onboarding robusto e padronizado

O relacionamento com fornecedores começa no onboarding, e falhas nessa etapa tendem a se perpetuar ao longo de todo o ciclo. Uma gestão de relacionamento madura exige um onboarding que vá além da coleta básica de dados. Isso inclui: 

  • Validação cadastral e fiscal 
  • Análise jurídica e societária 
  • Verificação de regularidade e conformidade 
  • Avaliação inicial de riscos reputacionais e financeiros 

Além disso, é fundamental que esse processo seja padronizado, com critérios claros e rastreáveis. Onboardings feitos de forma informal ou descentralizada criam lacunas que comprometem a governança e o compliance no futuro. 

3. Garanta a qualidade, atualização e confiabilidade dos dados 

SRM é, em grande parte, uma disciplina orientada por dados. Informações desatualizadas, inconsistentes ou incompletas transformam qualquer sistema de gestão em uma fonte de risco. 

Empresas que baseiam decisões estratégicas em dados estáticos acabam tomando decisões com base em uma realidade que já não existe. 

Para melhorar a gestão de relacionamento com fornecedores, é essencial: 

  • Trabalhar com fontes confiáveis de informação 
  • Evitar dependência excessiva de dados autodeclarados 
  • Atualizar informações de forma periódica ou contínua 
  • Criar regras claras de validação e saneamento de dados 

4. Evolua do controle pontual para o monitoramento contínuo 

Um dos maiores saltos de maturidade em SRM acontece quando a empresa entende que risco não é estático. Um fornecedor regular hoje pode se tornar um problema amanhã, seja fiscal, financeira ou reputacionalmente. 

Por isso, melhorar a gestão de relacionamento passa por implementar monitoramento contínuo, capaz de identificar mudanças na situação fiscal ou cadastral, novos processos judiciais ou sanções, alterações societárias relevantes e eventos reputacionais negativos. 

Esse acompanhamento contínuo reduz a dependência de auditorias manuais e permite uma atuação preventiva, em vez de corretiva. 

5. Integre SRM com compliance, jurídico e financeiro 

Outro erro recorrente é tratar o SRM como responsabilidade exclusiva da área de compras. Na prática, o relacionamento com fornecedores impacta diversas frentes da organização.  

No dia a dia, quando cada área trabalha com sua própria base de dados e critérios, o SRM perde eficiência e aumenta a exposição a falhas. Uma gestão mais madura exige: 

  • Integração entre compras, compliance, jurídico, financeiro e áreas de negócio 
  • Critérios de risco alinhados entre as áreas 
  • Fluxos claros de aprovação e escalonamento 
  • Comunicação estruturada sobre riscos e decisões 

Leia também: Como a automação transforma o relacionamento entre Compras e Compliance 

6. Estabeleça critérios claros de avaliação e desempenho 

Relacionamento também envolve acompanhamento. Ao definir indicadores claros, é possível transformar percepções subjetivas em decisões objetivas e bem fundamentadas.  

Esses indicadores vão além do simples controle: eles apoiam o desenvolvimento de fornecedores estratégicos e contribuem para renegociações mais equilibradas e transparentes. 

Alguns exemplos de critérios que podem ser utilizados: 

  • Cumprimento de prazos e contratos 
  • Qualidade do serviço ou produto 
  • Histórico de conformidade 
  • Capacidade de resposta a incidentes 
  • Nível de risco ao longo do tempo 

7. Use tecnologia para escalar sem perder a estratégia 

Plataformas e sistemas de SRM são fundamentais para escalar a gestão de relacionamento, especialmente em empresas com centenas ou milhares de fornecedores. No entanto, a tecnologia deve ser vista como meio, não como fim. 

Antes de implementar ou evoluir um sistema, é importante responder: 

  • Quais riscos preciso mitigar? 
  • Quais decisões precisam ser suportadas por dados? 
  • Quais processos devem ser automatizados? 
  • Quais áreas precisam consumir essas informações? 

Quando essas respostas estão claras, a tecnologia passa a potencializar a estratégia, e não a substituí-la. 

8. Trate SRM como um processo contínuo 

Por fim, melhorar a gestão de relacionamento com fornecedores exige uma mudança de mentalidade. SRM não é um projeto com início, meio e fim, mas um processo contínuo de avaliação, ajuste e evolução. 

Esse ciclo constante é o que transforma o SRM em um verdadeiro pilar de governança, compliance e sustentabilidade do negócio. 

Empresas mais maduras revisam periodicamente: 

  • Seus critérios de segmentação 
  • Seus indicadores de risco e desempenho 
  • Seus fluxos de governança 
  • Seus processos de onboarding e monitoramento 

Aumente a maturidade do seu SRM com a Netrin 

Mais do que uma tendência, o Supplier Relationship Management tornou-se um requisito para organizações que buscam crescimento sustentável, segurança e credibilidade no mercado. 

Nesse contexto, a Netrin apoia empresas na evolução da gestão do relacionamento com fornecedores, integrando compliance, automação, dados confiáveis e monitoramento contínuo ao longo de toda a jornada com terceiros. 

Com soluções que cobrem do onboarding ao offboarding, incluindo o monitoramento contínuo da regularidade e dos riscos, a Netrin possibilita que o SRM deixe de ser apenas operacional e passe a exercer um papel verdadeiramente estratégico. 

Quer evoluir sua estratégia de SRM e reduzir riscos na relação com fornecedores? Entre em contato para conhecer as soluções da Netrin e descubra como transformar compliance e gestão de terceiros em uma vantagem competitiva. 

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