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Como automatizar o Due Diligence de fornecedores e reduzir riscos na cadeia de suprimentos 

  • Caciporé Valente
  • 03 fevereiro 2026
Como automatizar o Due Diligence de fornecedores e reduzir riscos na cadeia de suprimentos 

A terceirização é uma realidade inescapável nas operações corporativas modernas. Desde a manufatura até serviços especializados, as empresas dependem de uma rede complexa de fornecedores. Porém, essa dependência traz um risco correspondente: a responsabilização solidária. 

Nos últimos anos, a legislação brasileira intensificou a responsabilidade das empresas contratantes. Não é mais suficiente apenas contratar um fornecedor; é necessário comprovar que você fez a devida diligência. Violações trabalhistas, fiscais, ambientais ou reputacionais de um fornecedor podem resultar em multas, processos judiciais e danos à marca da contratante.

O que significa, na prática, fazer Due Diligence de fornecedores 

Due diligence de fornecedores é o processo de avaliar o risco associado a um parceiro de negócios. Vai além de simplesmente verificar se a empresa existe; envolve uma análise profunda de múltiplas dimensões de risco. 

Dimensões críticas da avaliação de risco 

  • Risco fiscal e cadastral: CNPJ ativo, inscrição estadual válida, ausência de débitos com a Receita Federal e INSS 
  • Situação trabalhista: conformidade com legislação trabalhista, ausência de ações judiciais de trabalhadores, regularidade com FGTS 
  • Riscos jurídicos: ações civis, criminais ou administrativas que possam indicar risco operacional ou reputacional 
  • Riscos reputacionais: exposição negativa, menções em mídia, redes sociais ou relatórios que possam afetar a reputação da contratante 

Por que o modelo manual de Due Diligence não funciona mais 

O due diligence manual apresenta limitações estruturais que o tornam inadequado para operações em escala e para ambientes regulatórios modernos. Os principais pontos críticos são:

  • Cada analista consulta portais públicos ou privados manualmente, aumentando o risco de inconsistências e retrabalho
  • Análise de risco sem padrões definidos, os critérios de aprovação/reprovação variam conforme o analista, criando riscos de compliance 
  • Auditorias internas e externas exigem rastreabilidade; planilhas não fornecem evidências auditáveis
  • Dados envelhecem rapidamente; monitoramento contínuo é impraticável manualmente 
  • Equipes gastam tempo coletando dados em vez de analisar riscos estrategicamente 
  • Grande parte das empresas só revisa dados de fornecedores uma vez por ano, quando revisa. Isso significa que mudanças críticas de risco podem passar despercebidas por meses

6 benefícios diretos da automação de due diligence

Redução do tempo de homologação

O processo de homologação pode ser reduzido de semanas ou meses para horas ou dias, sem comprometer a qualidade da análise ou o rigor dos controles aplicados.

Mitigação de riscos jurídicos, fiscais, reputacionais e logísticos

A automação permite a identificação proativa de riscos, evitando que potenciais problemas se transformem em impactos operacionais, financeiros ou legais para a organização.

Mais segurança para auditorias

A rastreabilidade completa das decisões garante evidências auditáveis, histórico de análises e registros de monitoramento, fortalecendo a transparência do processo.

Times focados em análise, não em coleta

Com a redução de tarefas manuais e repetitivas, as equipes podem direcionar seus esforços para análises críticas e decisões estratégicas de risco.

Escalabilidade para grandes volumes

A automação possibilita o processamento de centenas ou milhares de fornecedores mantendo o mesmo nível de qualidade, padronização e consistência nas avaliações.

Governança e rastreabilidade do processo

O controle estruturado do fluxo de aprovações assegura visibilidade sobre quem aprovou, quando e com base em quais critérios, sendo um pilar essencial para o compliance corporativo.

Boas práticas para automatizar o Due Diligence de fornecedores 

Automatizar o due diligence é integrar tecnologia, dados confiáveis e regras de negócio para executar, analisar e monitorar riscos de fornecedores de forma contínua, escalável e auditável. 

Para isso, é preciso:

1. Definir critérios claros de classificação de risco

Antes de automatizar qualquer etapa, é fundamental estabelecer critérios objetivos para classificar os fornecedores de acordo com seu nível de risco. Essa segmentação pode considerar fatores como tipo de serviço, acesso a dados sensíveis, valor do contrato, localização geográfica e exposição regulatória.

A partir dessa classificação, é possível aplicar níveis proporcionais de due diligence, evitando análises excessivas para fornecedores de baixo risco e aprofundando a avaliação nos casos mais críticos.

2. Estruturar fluxos de due diligence proporcionais ao risco

Uma boa prática é criar fluxos automatizados distintos para cada nível de risco identificado. Fornecedores de baixo risco podem passar por processos simplificados, como autodeclarações e validações básicas, enquanto fornecedores de risco médio ou alto exigem questionários mais robustos, análise documental e aprovações adicionais.

Essa abordagem baseada em risco aumenta a eficiência e garante o uso adequado dos recursos da área de Compliance.

3. Automatizar a coleta de informações e documentos

A utilização de formulários digitais e questionários inteligentes permite coletar informações de forma padronizada, reduzindo erros e retrabalho.

A automação dessa etapa facilita o envio, preenchimento e validação de dados, além de permitir o upload controlado de documentos como contratos sociais, políticas internas e certificações. Isso melhora a experiência do fornecedor e acelera o processo de onboarding.

4. Integrar o processo a bases externas de verificação

A integração com bases externas é um dos principais pilares da automação do due diligence. Por meio de APIs, é possível realizar automaticamente checagens em listas de sanções, Pessoas Politicamente Expostas (PEP), mídia negativa, registros de inidoneidade e outras fontes relevantes.

Essas verificações contínuas reduzem a dependência de análises manuais e aumentam a confiabilidade das decisões.

5. Implementar um modelo automatizado de pontuação de risco

Criar um score de risco automatizado ajuda a transformar informações qualitativas e quantitativas em indicadores objetivos. Cada critério avaliado pode receber um peso específico, resultando em uma pontuação final que orienta a tomada de decisão.

Além de apoiar a consistência das análises, esse modelo facilita a justificativa das decisões em auditorias internas e externas.

6. Automatizar decisões e fluxos de aprovação

A automação permite que fornecedores de baixo risco sejam aprovados automaticamente, enquanto casos mais sensíveis são direcionados para análise humana. Além disso, os fluxos de aprovação podem ser configurados para envolver áreas específicas, como Compliance, Jurídico ou Segurança da Informação. Todo o histórico de decisões fica registrado, garantindo rastreabilidade e transparência.

7. Garantir o registro e a rastreabilidade das evidências

Uma prática essencial é assegurar que todas as etapas do processo automatizado gerem evidências auditáveis. Isso inclui respostas a questionários, resultados de consultas externas, decisões de aprovação e justificativas. O armazenamento centralizado e versionado dessas informações fortalece a governança e facilita o atendimento a auditorias e exigências regulatórias.

8. Implementar o monitoramento contínuo de fornecedores

O due diligence não deve ser tratado como um evento pontual. A automação possibilita o monitoramento contínuo dos fornecedores, com reavaliações periódicas e alertas automáticos em caso de mudanças relevantes, como inclusão em listas de sanções ou surgimento de notícias negativas. Essa prática permite a gestão proativa dos riscos ao longo do relacionamento comercial.

9. Incorporar requisitos de proteção de dados e privacidade

Ao automatizar o due diligence, é indispensável observar princípios de proteção de dados e privacidade, como minimização, finalidade e retenção adequada das informações. Processos automatizados devem prever controles de acesso, prazos de retenção e bases legais bem definidas, garantindo conformidade com legislações como a LGPD e reduzindo riscos adicionais para a organização.

Quando sua empresa deveria automatizar o due diligence

A automação de due diligence não é exclusiva de grandes corporações. Organizações de diferentes portes e setores podem se beneficiar desse modelo. Se sua empresa se identifica com um ou mais dos cenários abaixo, é um forte indicativo de que já é o momento de considerar uma solução automatizada.

Checklist de autoidentificação

  • Alto volume de fornecedores ativos: gestão de centenas ou milhares de relacionamentos, dificultando controles manuais consistentes.

  • Operações em setores regulados: atuação em segmentos como financeiro, saúde, energia ou outros ambientes com elevada exigência regulatória.

  • Uso de ERP ou SAP: necessidade de integração do due diligence com sistemas corporativos para garantir fluidez e governança do processo.

  • Exigências de compliance mais rígidas: auditorias frequentes, aumento de fiscalizações ou fortalecimento das regras internas e regulatórias.

  • Crescimento acelerado ou expansão geográfica: entrada constante de novos fornecedores, muitas vezes localizados em diferentes regiões ou países.

  • Histórico de problemas com fornecedores: ocorrência de incidentes anteriores que poderiam ter sido mitigados com processos mais estruturados de avaliação e monitoramento.

Como a Netrin automatiza o Due Diligence de fornecedores

A Netrin funciona como infraestrutura crítica de compliance, não apenas como uma ferramenta. Ela integra dados, regras e processos para transformar due diligence em um ativo estratégico.  

Background Check e KYP em um Único Fluxo 

Cada fornecedor conta com um processo de due diligence personalizado, com base na criticidade da relação comercial. Com a Netrin é possível criar diversos fluxos com níveis de diligencias personalizados por tipo de relação, gerando um dossiê completo com visão consolidada de riscos. Os parâmetros de risco são configuráveis e replicáveis, garantindo consistência nas decisões, em toda a organização. 

Monitoramento contínuo de fornecedores 

A Netrin não para após a homologação. O sistema monitora continuamente cada fornecedor e dispara alertas automáticos para mudanças relevantes, de acordo com o tipo de relação comercial.  

  • Avaliação de Regularidade Fiscal, Cadastral de parceiros  
  • Nova sanção ou inclusão em lista restritiva 
  • Débitos ou novos processos judiciais 
  • Mudanças no quadro societário 

Integração com ERP e CRMs

A Netrin oferece integrações nativas para gestão uma gestão de risco integrada. Dados fluem direto para seus processos de compras, fiscal, jurídico e compliance, eliminando retrabalho e garantindo que a informação sempre esteja atualizada, seja soluções SAP ou Salesforce, por exemplo. 

Due Diligence automatizado não é custo, é proteção 

Due diligence manual gera uma falsa sensação de segurança. Você acredita que está protegido porque fez uma verificação em algum momento, mas os dados envelhecem rapidamente e os riscos evoluem. 

Automação é o único caminho viável para escala e compliance real. Não é uma opção de luxo; é uma necessidade operacional para empresas que levam compliance a sério. 

Empresas maduras tratam dados e risco como ativos estratégicos. Elas não delegam compliance a planilhas; elas investem em infraestrutura que permite monitoramento contínuo, análise consistente e decisões auditáveis. 

A Netrin viabiliza isso com foco total na realidade regulatória brasileira, oferecendo não apenas uma ferramenta, mas uma infraestrutura crítica de compliance que escala com seu negócio. 

Conheça na prática como funciona o due diligence automatizado da Netrin. 

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