A gestão de riscos de terceiros está passando por grandes transformações. Afinal, cadeias de fornecedores, parceiros, prestadores de serviço, canais e clientes nunca foram tão extensas, digitais e interconectadas.
Com isso, os riscos associados a terceiros deixaram de ser previsíveis, pontuais ou facilmente controláveis.
Os dados analisados no report Third-Party Risk Insights 2026 mostram que, apesar dessa complexidade crescente, o modelo de TPRM adotado por grande parte das empresas ainda não evoluiu na mesma velocidade.
46% das organizações não possuem hoje um programa de Third-Party Risk Management considerado maduro, o que amplia a exposição a riscos fiscais, regulatórios, financeiros, operacionais e reputacionais.
Esse descompasso ajuda a explicar por que o TPRM deixou de ser apenas uma função de compliance e passou a ocupar um espaço estratégico nas decisões de negócio.
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Riscos mais rápidos, processos mais lentos
Um dos pontos mais críticos apontados pelos dados do mercado é a dependência de processos manuais.
88% das empresas ainda examinam manualmente documentos de clientes, fornecedores e parceiros em busca de evidências específicas, enquanto 66% relatam sobrecarga dos times com checagens manuais.
Na prática, isso significa avaliações pontuais, alto consumo de tempo operacional e baixa capacidade de identificar riscos quando eles surgem.
Em um ambiente em que os riscos se materializam entre ciclos tradicionais de avaliação, esse modelo se torna cada vez mais frágil.
O Brasil no centro da transformação na América Latina
Outro ponto relevante destacado pelo report Third-Party Risk Insights 2026 é o papel do Brasil nesse contexto.
Apesar de ainda estar alguns anos atrás de mercados mais maduros, o país já se posiciona como o principal mercado de TPRM na América Latina, impulsionado por maior atenção regulatória, crescimento das cadeias de terceiros e aumento da complexidade operacional.
Segundo a Cognitive Market Research, a receita estimada do setor no país deve chegar a US$ 927,9 milhões em 2033, impulsionada por um CAGR de cerca de 15,5%.
Esse cenário cria uma janela estratégica importante: empresas que evoluem agora constroem vantagem competitiva e maior resiliência. Já aquelas que adiam essa transformação tendem a lidar com riscos mais frequentes, custos maiores e menor capacidade de resposta.
Destaques em TPRM para 2026
Diante desse cenário, algumas tendências começam a se consolidar e já indicam o caminho do Third-Party Risk Management nos próximos anos.
O report aponta um movimento claro em direção a modelos mais modernos, capazes de acompanhar a velocidade dos riscos e a complexidade das cadeias de terceiros.
Entre essas tendências, ganham destaque:
Monitoramento contínuo
O monitoramento contínuo substitui avaliações pontuais por uma visão dinâmica dos riscos, permitindo identificar mudanças relevantes no perfil de terceiros à medida que elas acontecem.
Inteligência artificial
O uso crescente de IA aplicada à análise de grandes volumes de dados, à leitura automatizada de documentos, à identificação de padrões de risco, à detecção de inconsistências e à priorização de alertas críticos reduz drasticamente a dependência do esforço humano.
Plataformas all in one
Soluções completas centralizam dados fiscais, regulatórios, financeiros, jurídicos e operacionais em um único ambiente, eliminando a fragmentação de informações e aumentando a confiabilidade das análises.
Automação de processos
A automação de rotinas e processos diminui o volume de checagens manuais, aliviando a sobrecarga dos times e permitindo que profissionais de risco, compliance e governança atuem de forma mais estratégica;
Gestão orientada a dados
O TPRM data-driven ganha destaque com decisões baseadas em evidências, indicadores e histórico de comportamento de terceiros, e não apenas em percepções ou avaliações isoladas.
Saiba mais no material Third-Party Risk Insights 2026
Este artigo traz apenas uma amostra dos dados e tendências analisados no Third-Party Risk Insights 2026. O report completo aprofunda:
- O panorama atual do TPRM e sua maturidade no Brasil
- Os principais riscos associados a terceiros e como eles se materializam
- Os erros mais comuns dos modelos tradicionais
- As tendências detalhadas que irão moldar o TPRM em 2026
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